de cabelo em pé
Uma vez eu tava passando com a minha mãe, de carro, em uma rua muito íngreme aqui em Curitiba, e que fica perto da casa que eu morava na minha adolescência. Daí eu comentei com ela de que eu e meus amigos descíamos aquela rua íngreme e com curvas sem nenhuma visibilidade, apostando corridas a toda velocidade. Ao que minha mãe respondeu: “Nossa! O anjo da guarda de vcs devia ficar de cabelo em pé!!!!” Graças a Deus ele existe, e estava lá para nos proteger. Digo isso com toda certeza, pois nunca sofremos nenhum tipo de acidente, por incrível que pareça, nessas corridas.
Com o tempo, esse tipo de brincadeira vai perdendo a graça, mas o gosto pelo perigo dificilmente se vai. Vê-se isso pelo sucesso que hj os esportes radicais fazem entre a molecada e até mesmo entre nós, adultos. Mas as opções são bem maiores, hj temos bunge jump, base jump, para glider e outras coisas malucas para sentir a adrenalina. Mas mesmo assim confesso que ainda tenho vontade (o que falta é tempo) de ir até o parque São Lourenço e andar de carrinho de rolimã…
Pode até parecer criancice, mas é verdade…

Ricardo Lacerda Mariucci disse,
Outubro 25, 2007 às 4:30 am
Cara, uma vez eu e o outro chefe sênior fizemos um carrinho de rolimá de bambu. Durou umas 3 descidas até quebrar o eixo da frente, que… detalhe!, não era de bambu, mas de madeira, hahaha!
Seguinte: faça-nos uma visita no São Marcelino, tem um Toshi ilustre que anda indo com cada vez mais freqüência ajudar a chefia sênior de lá.
Abraço e Sempre Alerta!
Cih disse,
Novembro 21, 2007 às 2:54 am
Olha que engraçado, nunca senti vontade de fazer nenhum esporte radical, sempre fui tão pacata, mas admiro quem faz imagino q deve ser emocionante!
Obrigada por passar no meu blog!
Se quiser voltar tem post novo!
bjos!